Recursos e cadeia

Patrimônio

O ativo fixo com as duas faces no mesmo cadastro: o controle físico, que diz onde o bem está e com quem, e o valor contábil, que diz quanto ele custou, quanto depreciou e quanto vale hoje. Aquisição, plaqueta, custódia, inventário, manutenção, seguro, reavaliação e CIAP.

A lógica do módulo

O módulo tem duas faces que convivem no mesmo cadastro. A primeira é o controle físico: onde está cada bem, com quem, em que estado. É a pergunta do gestor. A segunda é o valor contábil: quanto custou, quanto já depreciou, quanto vale hoje. É a pergunta do contador.

A corrente do módulo é sempre a mesma: o bem entra pela aquisição, ganha plaqueta, é entregue em custódia, passa por manutenção, é conferido no inventário, é depreciado todo mês, pode ser reavaliado e um dia recebe baixa.

  • É possível ter um bem só com controle apenas físico, sem tratamento contábil. Serve para itens de baixo valor que a empresa quer rastrear mas não precisa depreciar.
  • A categoria é o molde: define vida útil, método e contas.
  • A plaqueta é o que liga o objeto ao cadastro, e sem ela o inventário não identifica o que encontrou.
  • A depreciação é lançada na Contabilidade, não aqui.

Depreciação lançada não retroage. Reavaliação, capitalização de benfeitoria e mudança de vida útil valem da competência seguinte em diante. É o que impede que uma decisão de hoje mude um resultado já publicado.

Antes de começar

O que precisa estar prontoPor quê
Módulo financeiro ativoÉ o que destrava o bloco no menu.
Permissão Screen:Patrimonio:ViewSem ela o menu não aparece. Ordens de serviço, planos, indicadores e contratos de manutenção pedem as permissões Screen:Patrimonio:Eam*.
Categorias com vida útil, método e contasSem conta de ativo na categoria, o bem entra como controle apenas físico.
Localizações cadastradasÉ por localização que se define o escopo de cada inventário.
Plano de contas e Contabilidade em usoA depreciação é lançada lá, sobre a mesma ficha de bem.
Permissão Screen:Contabilidade:ImobilizadoÉ o que libera o atalho Depreciação dentro deste menu.

O mapa do menu

Topo

Item do menuO que faz
PainelPendências de cadastro, distribuição por categoria e localização e estado de conservação.

Bens & Ciclo de Vida

Item do menuO que faz
BensO cadastro, a ficha, a etiqueta com QR Code, os anexos e a baixa.
AquisiçãoA geração de bens a partir do recebimento de compras, com rateio de frete por valor.
CustódiaA entrega do bem a um responsável e o retorno, com condição registrada nos dois momentos.

Controle

Item do menuO que faz
InventárioA contagem física por escopo, com data de corte e tratamento de divergências.
ManutençãoOrdens de manutenção, medidores e a decisão entre despesa e capitalização.
Ordens de serviçoAs ordens do EAM sobre os bens. Permissão: Screen:Patrimonio:Eam
SolicitaçõesOs pedidos de manutenção abertos pela operação. Permissão: Screen:Patrimonio:EamSolicitar
Planos e rotasA manutenção planejada e as rotas de inspeção. Permissão: Screen:Patrimonio:EamPlanos
IndicadoresOs indicadores de manutenção do acervo. Permissão: Screen:Patrimonio:EamIndicadores
Contratos de manutençãoOs contratos com prestadores. Permissão: Screen:Patrimonio:EamContratos
SeguroAs apólices, a vigência, a cobertura e os bens vinculados a cada uma.

Valor & Fiscal

Item do menuO que faz
DepreciaçãoAtalho para o Ativo imobilizado da Contabilidade, onde a depreciação é lançada. Permissão: Screen:Contabilidade:Imobilizado
ReavaliaçãoReavaliação e impairment, com registro e aplicação em passos separados.
CIAPO crédito de ICMS do imobilizado, apropriado em parcelas proporcionais às saídas tributadas.

Fechamento

Item do menuO que faz
RelatóriosCusto, acumulada, líquido e parcela do mês por bem, com depreciação projetada e recortes por grupo, centro de custo e filial.

Cadastros

Item do menuO que faz
CategoriasO molde do bem: vida útil, método, residual, taxa e contas contábeis. Permissão: Screen:Patrimonio:Configuracoes
LocalizaçõesOs lugares onde os bens ficam, que definem o escopo do inventário. Permissão: Screen:Patrimonio:Configuracoes

Painel

PatrimônioPainel

A tela Patrimônio e ativo fixo, com os blocos Pendências de cadastro, Por categoria, Por localização e Estado de conservação.

  1. Comece pelas Pendências de cadastro e zere a lista.
  2. Leia a distribuição Por categoria e Por localização.
  3. Use o Estado de conservação como leitura de gestão do acervo.
  4. Clique em Ver bens para ir à lista completa.

Bem sem categoria não deprecia, porque é a categoria que define a vida útil e as contas. Bem sem localização não é encontrável no inventário. Zerar essa lista é o primeiro trabalho da implantação.

Cadastrar o bem, etiquetar e ler a ficha

PatrimônioBens & Ciclo de VidaBens

A tela Bens, com os filtros Busca, Categoria, Localização, Responsável, Situação, Só sem plaqueta e Só controle físico, e o cadastro dividido em Identificação, Onde está e com quem, Aquisição, Depreciação e Vínculos.

  1. Clique em Novo bem e preencha a Descrição, obrigatória, e a Plaqueta.
  2. Preencha os blocos de localização, aquisição e depreciação.
  3. Use Ler plaqueta para localizar um bem pelo código, que é o caminho normal quando você está com o objeto na mão.
  4. Clique no bem para abrir a Ficha, com Dados do bem, Anexos, Movimentos e Etiqueta.
  5. Em Etiqueta, clique em Imprimir para gerar a plaqueta com QR Code, ou em Gerar novo QR se o código precisar ser trocado.
  6. Clique em Anexar para guardar nota fiscal, manual e termo de responsabilidade, informando o Tipo, o Título e o Endereço do arquivo.
  7. Clique em Dar baixa quando o bem sair do patrimônio.

O painel Também conhecido em mostra onde o mesmo bem aparece em outros módulos. Um equipamento pode estar aqui como patrimônio e também no módulo de freelancers como ativo de campo: é o mesmo objeto, e o painel mostra a ligação em vez de deixar parecer que existem dois.

O filtro Só sem plaqueta existe para achar o que ainda precisa ser etiquetado. Use antes de abrir um inventário.

Gerar bens a partir do recebimento de compras

PatrimônioBens & Ciclo de VidaAquisição

A tela Aquisição integrada, com os Itens do recebimento e os Rascunhos aguardando conferência.

  1. Escolha o Recebimento e clique em Buscar itens.
  2. Informe a Categoria, a Vida útil em meses e o Método.
  3. Informe as contas: Conta de ativo, Depreciação acumulada e Despesa de depreciação.
  4. Clique em Gerar bens.
  5. Clique em Conferir e liberar em cada rascunho.

Três comportamentos desta tela evitam erro. Frete e desconto são rateados por valor, não por quantidade. O bem nasce como rascunho e não deprecia enquanto não for conferido. E categoria sem conta de ativo faz o bem entrar como controle apenas físico, fora da contabilidade.

Entregar e receber o bem de volta

PatrimônioBens & Ciclo de VidaCustódia

A tela Custódia de bens, com as entregas e os retornos.

  1. Clique em Entregar bem e escolha o Bem, o Tipo de responsável e o Responsável.
  2. Informe o CPF ou CNPJ, o Prazo de devolução e o Local de destino.
  3. Registre a Condição na saída e a Observação da saída, e clique em Entregar.
  4. Na volta, clique em Registrar retorno e informe o Local de retorno, a Condição no retorno e a Observação do retorno.
  5. Use Importar do Estoque para trazer itens que hoje são estoque e passarão a ser patrimônio.

Registrar a condição na saída é o que permite cobrar dano depois. Sem esse registro, quando o bem volta arranhado não há como saber se ele saiu assim.

Um bem não pode ter duas custódias abertas ao mesmo tempo, e a trava é do banco de dados, não da tela. A importação do estoque explode a quantidade em unidades: um produto com cinco unidades vira cinco bens, cada um com sua plaqueta, porque patrimônio se controla peça a peça.

Inventário físico

PatrimônioControleInventário

A tela Inventário físico, com os inventários e, dentro de cada um, a contagem e o tratamento de divergências.

  1. Clique em Novo inventário e informe o Título, o Código, a Data de corte e o Responsável.
  2. Defina o escopo por localização e por categoria, escreva a Observação e clique em Criar.
  3. Clique em Iniciar contagem e depois em Contar para cada bem encontrado.
  4. Clique em Encerrar contagem.
  5. Trate cada divergência informando a Decisão e a Justificativa.
  6. Para cada sobra, clique em Criar ficha informando o Código, a Descrição e o Valor estimado.
  7. Clique em Fechar inventário.

Nada baixa sozinho. Um bem esperado e não encontrado não é dado como perdido automaticamente: vira uma divergência que alguém precisa tratar, com decisão e justificativa.

A Data de corte congela o esperado no momento da abertura, para que um bem transferido durante a contagem não apareça como divergência. A contagem é idempotente, então ler o mesmo bem duas vezes não conta duas vezes. E código lido que o sistema não conhece vira sobra, não erro, porque encontrar um bem fora do cadastro é uma descoberta e não uma falha.

Manutenção, medidores e ordens de serviço

PatrimônioControleManutenção

A tela Manutenção e medidores, com as ordens de manutenção e o registro de leituras. Com as permissões de EAM aparecem também Ordens de serviço, Solicitações, Planos e rotas, Indicadores e Contratos de manutenção.

  1. Clique em Nova manutenção, escolha o Bem e o Tipo.
  2. Escreva o Título e a Descrição, informe a Abertura, o Fornecedor e o Custo previsto.
  3. Para preventiva, informe a Próxima em e o Intervalo em dias, ou marque Por medidor quando a periodicidade depender de uso.
  4. Marque Capitalizar quando a intervenção aumenta o valor do bem, informando o Valor a capitalizar e a Vida útil adicional em meses.
  5. Clique em Concluir ao terminar.
  6. Use Lançar medidor para registrar as leituras de uso.

Conserto que devolve o bem ao estado normal é despesa. Benfeitoria que melhora o bem ou prolonga a vida útil é capitalização. Tratar benfeitoria como despesa subestima o ativo; tratar conserto como capitalização infla o ativo com gasto que não gerou valor. E a capitalização vale da competência seguinte, não recalcula o que já foi lançado.

O medidor tem duas funções: aciona a manutenção por uso e alimenta a depreciação por unidades produzidas, quando o bem usa esse método. É a mesma leitura servindo aos dois.

Seguro do acervo

PatrimônioControleSeguro

A tela Apólices de seguro, nas colunas Seguradora, Apólice, Vigência e Cobertura.

  1. Clique em Nova apólice e informe a Seguradora, o Número e o Corretor.
  2. Informe o Início da vigência e o Fim da vigência.
  3. Informe o Valor de cobertura, a Franquia, o Prêmio e a Cobertura.
  4. Clique em Vincular selecionados para ligar os bens cobertos.
  5. Acompanhe o Fim da vigência de cada apólice.

Sem vincular os bens, a apólice é só um documento guardado. Com o vínculo, dá para responder na hora do sinistro se o bem está segurado e se o valor de cobertura ainda corresponde ao valor atual. Bem que valorizou com apólice parada é subseguro, e isso só aparece no pior momento.

Depreciação e reavaliação

PatrimônioValor & FiscalDepreciação

A opção Depreciação leva à tela Ativo imobilizado da Contabilidade. A Reavaliação e impairment fica aqui, nas colunas Bem, Tipo, Data, Contábil, Avaliado, Ajuste e Situação.

  1. Para lançar depreciação, use Depreciação, que abre o Ativo imobilizado na Contabilidade.
  2. Em Reavaliação, clique em Nova avaliação e escolha o Bem e o Tipo.
  3. Informe a Data da avaliação, o Valor avaliado e a Vida útil restante em meses.
  4. Informe o Método de avaliação, o Avaliador e a Justificativa, e clique em Registrar.
  5. Aplique a avaliação em um segundo passo, quando a decisão estiver tomada.

Registrar documenta a avaliação; aplicar é o que mexe no valor contábil. A separação existe porque uma avaliação pode ser questionada. E o Ajuste é calculado, não digitado: você informa quanto o bem vale e o sistema calcula a diferença contra o valor contábil.

Reavaliação é quando o bem passa a valer mais; impairment é quando vale menos do que está registrado e a perda precisa ser reconhecida. A reversão de um impairment tem teto na perda registrada: não serve para inflar o bem acima do que ele valia antes.

CIAP: crédito de ICMS do imobilizado

PatrimônioValor & FiscalCIAP

A tela CIAP, com os CIAPs abertos e a apropriação por competência.

  1. Clique em Abrir CIAP e escolha o Bem.
  2. Informe as Parcelas, o Número da NF-e, a Chave da NF-e e a Data de entrada.
  3. Informe o ICMS da nota, o ICMS-ST, o ICMS do frete e o DIFAL.
  4. A cada mês, clique em Apropriar mês informando a Competência, as Saídas tributadas e as Saídas totais.

O crédito é apropriado em parcelas, e cada parcela é proporcional às saídas tributadas sobre as saídas totais do mês. Sem a proporção informada, nada é apropriado: o sistema não chuta nem credita cem por cento, porque creditar integralmente gera glosa em fiscalização, com multa e juros.

Parcela de mês anterior que ficou pendente é marcada como perdida, com o valor visível, para a empresa saber quanto deixou de creditar. E a baixa do bem encerra o CIAP, registrando o saldo não apropriado.

Relatórios e cadastros

PatrimônioRelatórios

A tela Relatórios do patrimônio, nas colunas Bem, Aquisição, Custo, Acumulada, Líquido e Parcela do mês, com a depreciação projetada e os recortes por Grupo, Centro de custo e Filial. Em Cadastros ficam Categorias e Localizações.

  1. Informe o período em De e Até, escolha o Eixo e clique em Atualizar.
  2. Use a Depreciação projetada para levar o custo previsto ao orçamento.
  3. Em Categorias, clique em Nova categoria e informe o Código, o Nome, obrigatório, a Natureza e a Descrição.
  4. Informe a Vida útil em meses, o Método, o Residual em porcentagem e a Taxa anual em porcentagem.
  5. Informe a Conta do imobilizado, a Depreciação acumulada, a Despesa de depreciação e a Manutenção preventiva em meses.
  6. Em Localizações, clique em Nova localização e cadastre cada lugar.

O rateio da depreciação por centro de custo é memória gerencial: ele distribui o custo para análise, mas não reescreve o lançamento contábil já efetivado. A localização é o que torna o inventário viável, porque contar sala por sala é factível e o acervo inteiro de uma vez não é.

Fluxos completos

Da nota de compra ao bem depreciando

  1. Confira se a categoria do item já tem vida útil, método e contas.
  2. Abra Aquisição, escolha o recebimento e clique em Buscar itens.
  3. Informe categoria, vida útil, método e as três contas, e clique em Gerar bens.
  4. Confira cada rascunho e clique em Conferir e liberar.
  5. Abra a ficha do bem, imprima a Etiqueta e cole a plaqueta no objeto.
  6. Ajuste a localização e o responsável.
  7. Abra o CIAP quando a nota gerar crédito de ICMS.
  8. No fechamento do mês, lance a depreciação pela Contabilidade.

Do inventário aberto ao acervo conciliado

  1. Use o filtro Só sem plaqueta e etiquete o que falta.
  2. Crie o inventário com título, código, data de corte e responsável.
  3. Defina o escopo por localização e categoria.
  4. Inicie a contagem e leia as plaquetas em campo.
  5. Encerre a contagem e trate cada divergência com decisão e justificativa.
  6. Crie a ficha de cada sobra encontrada.
  7. Feche o inventário e leve as baixas decididas à Contabilidade.

Do conserto à decisão entre despesa e capitalização

  1. Abra a manutenção com bem, tipo, título, descrição e fornecedor.
  2. Pergunte se a intervenção devolveu o bem ao estado normal ou melhorou o bem.
  3. Se devolveu ao normal, deixe como despesa e conclua.
  4. Se melhorou ou prolongou a vida útil, marque Capitalizar.
  5. Informe o valor a capitalizar e a vida útil adicional em meses.
  6. Conclua a ordem e confira o efeito na competência seguinte.

Erros comuns e o que fazer

SintomaCausa provávelO que fazer
O bem não aparece na depreciaçãoCategoria sem conta de ativo, então ele entrou como controle apenas físico.Complete as contas na categoria e ajuste a ficha do bem.
O bem gerado pela aquisição não depreciaEle ainda está como rascunho, aguardando conferência.Abra a aquisição e clique em Conferir e liberar.
O inventário acusou divergência de um bem que só mudou de salaA transferência aconteceu antes da data de corte, ou o escopo está errado.Confira a data de corte e o escopo por localização antes de abrir a contagem.
O bem voltou danificado e não dá para cobrarA condição na saída não foi registrada na custódia.Passe a preencher condição de saída e de retorno em toda entrega.
O sistema recusa a entrega do bemJá existe custódia aberta para ele, e a trava é do banco de dados.Registre o retorno da custódia anterior antes de entregar de novo.
O CIAP do mês não apropriou nadaSaídas tributadas e saídas totais não informadas na competência.Informe a proporção do mês: sem ela o sistema não credita nada, de propósito.
A reavaliação foi registrada e o valor não mudouFaltou o segundo passo, que é aplicar a avaliação.Aplique a avaliação. O efeito vale da competência seguinte.
O movimento do período não bate com as fichasO quadro soma o livro contábil, e não as fichas dos bens.Investigue a diferença mostrada: ela é o apontamento, não um defeito de tela.

Perguntas frequentes

Por que este bem não aparece na depreciação?

Quase sempre porque a categoria dele não tem conta de ativo definida, e nesse caso o bem entra como controle apenas físico. Ele é rastreado, mas fica fora da contabilidade.

O bem foi gerado pela aquisição e não depreciou. Está errado?

Não. Ele nasce como rascunho e só passa a depreciar depois de conferido e liberado. É proposital, para não criar lançamento que depois teria que ser estornado.

Qual a diferença entre conserto e benfeitoria?

Conserto devolve o bem ao estado normal e é despesa. Benfeitoria melhora o bem ou prolonga a vida útil e é capitalização, com o valor entrando no bem e sendo depreciado junto.

Posso corrigir a depreciação de meses passados com uma reavaliação?

Não. Depreciação lançada não retroage. Reavaliação, capitalização e mudança de vida útil valem da competência seguinte em diante.

O inventário baixa sozinho o que não foi encontrado?

Nunca. O bem não encontrado vira divergência, e alguém precisa decidir e justificar o que fazer com ele.

Li a mesma plaqueta duas vezes na contagem. Contou em dobro?

Não. A contagem é idempotente, justamente porque leitura repetida é comum quando se conta com leitor em campo.

Encontrei um bem que não está no cadastro. É erro?

É sobra, e sobra é uma descoberta. Clique em Criar ficha e informe código, descrição e valor estimado.

Por que o CIAP não apropriou o crédito do mês?

Porque as saídas tributadas e as saídas totais não foram informadas. Sem a proporção o sistema não credita nada, já que creditar cem por cento geraria glosa em fiscalização.

O mesmo equipamento aparece aqui e em outro módulo. São dois bens?

Não. O painel Também conhecido em mostra essa ligação: é o mesmo objeto visto por dois módulos, e não um cadastro duplicado.

Para onde ir depois

Contabilidade

Onde a depreciação é efetivamente lançada. Veja Contabilidade.

Compras e Suprimentos

O recebimento que alimenta a aquisição. Veja Compras e Suprimentos.

Gestão de Estoque

De onde vêm os itens importados como bens. Veja Gestão de Estoque.

Ativos Temporários

O bem que fica na operação por um período curto. Veja Ativos Temporários.

Página comercial

O que o módulo entrega, na visão de catálogo. Veja Patrimônio.

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Última revisão: 19 de setembro de 2026